PF investiga suspeita de corrupção e desvios em contratos da Prefeitura do Recife firmados em 2020
Segundo a PF, contratos de terceirização de 2020, último ano da gestão Geraldo Julio, são alvo de investigação por supostas fraudes
A Polícia Federal está apertando o cerco contra empresas de segurança clandestinas que atuam em eventos esportivos e culturais de Pernambuco. Acordos estão sendo firmados com setores da iniciativa pública e privada para proibir as contratações irregulares.
Uma reunião, na semana passada, discutiu a situação da Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Um plano conjunto será elaborado para garantir que apenas empresas de segurança privada e vigilantes devidamente autorizados pela PF atuem em festividades, celebrações, espetáculos ou jogos no estádio.
Segundo a Polícia Federal, a contratação e a prestação de serviços de segurança privada em desacordo com a legislação podem gerar sanções administrativas e responsabilidade penal, alcançando tanto os prestadores quanto os contratantes de serviços clandestinos.
O Pernambuco Centro de Convenções (Cecon), em Olinda, já firmou acordo semelhante. O equipamento passará a exigir contratualmente a regularidade das empresas de segurança privada que atuarem em eventos promovidos no local.
“Temos uma responsabilidade muito grande com a segurança do público e essa iniciativa reforça nosso compromisso com a legalidade, a organização e a proteção das pessoas que frequentam o equipamento”, declarou Antônio Peçanha, diretor-executivo do Cecon.
Empresas autorizadas pela Polícia Federal possuem dispositivos eletrônicos, como alarmes e circuito de câmeras, plano tático de segurança e pronta resposta em caso de ocorrências, além de ter responsabilidade civil e criminal perante o cliente, gerando segurança e tranquilidade para o contratante. (JC Online)



