Erickson Torres desiste da reeleição em Afogados

O vereador Erickson Torres anunciou na sessão desta terça-feira (18) que não irá disputar a reeleição nas eleições de outubro em Afogados da Ingazeira.

Filiado ao PSB, Erickson não entrou em detalhes sobre os motivos para tomar tal atitude, disse apenas que atendeu a um pedido do presidente da casa, Rubinho do São João,  também do PSB, para retirar a candidatura.

“Tive uma conversa com o vereador Toinho há alguns dias e essa conversa se repetiu com o vereador Argemiro nesse sentido. Por último, aí foi preponderante, foi crucial, que foi a conversa com o vereador dessa casa, o vereador Rubinho, e eles me fizeram um convite para ser ex. E eu não sou mais candidato. Evidente que eu vou sentir saudades, não tenha dúvidas”, disse o vereador no plenário da Casa Cirlene de Lima Alves.

Além de Erickson, outros vereadores também não irão disputar a reeleição em Afogados, a exemplo do presidente Rubinho do São João, de Toinho da Ponte e Sargento Argemiro.

 

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Duque lança seu filho Miguel à prefeitura de Serra Talhada

Da Assessoria

O deputado estadual Luciano Duque participou, na manhã deste domingo (16), do lançamento da pré-candidatura do seu filho e presidente da juventude do Podemos no estado, Miguel Duque, à prefeitura de Serra Talhada. O evento aconteceu no antigo clube do Matuto, na Capital do Xaxado, e reuniu lideranças locais e da região.

O jovem serra-talhadense, tem 25 anos, é advogado de formação e faz sua estreia na política liderando a chapa Podemos, PRD e Agir para as eleições municipais de Serra Talhada este ano. “Eu tenho certeza, Miguel, que nessa sua caminhada as pessoas vão entender que você hoje incorpora o sonho do povo dessa terra de desenvolvimento e um governo que olhe e lute pelas pessoas”, disse o parlamentar.

Duque destacou que não importa o tamanho do palanque adversário. “Miguel é apoiado pelo povo de Serra Talhada. Cada um de nós só tem um voto e esse voto faz a diferença para colocar a comida na mesa do trabalhador, pra ter um médico no posto de saúde, pra ter estrada, pra ter calçamento”, completou.

Participaram do evento familiares, entre eles, o avô de Miguel e pai de Luciano, o empresário João Duque; o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia; os vereadores Ronaldo de Dja e Vandinho da Saúde; os presidentes municipal do PRD e do Podemos, Dr. Jailson Araújo e Aron Lourenço, respectivamente; o ex-prefeito e ex-deputado, Augusto César; e diversos pré-candidatos a vereadores pela chapa.

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TCE mantém multas aplicadas a Gilson Bento e Tânia Maria

Na sessão desta quarta-feira (12), o Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) negou recurso ordinário interposto pela defesa do prefeito Gilson Bento e manteve a aplicação de multa no valor de R$ 5.081,56 ao gestor da cidade de Brejinho, no Alto Pajeú.

O recurso ordinário foi interposto por Gilson Bento contra o Acórdão TC Nº 75/2024, da Segunda Câmara, que julgou regular com ressalvas o objeto de uma auditoria especial de conformidade realizada pelo Tribunal de Contas junto ao Fundo Previdenciário do Município de Brejinho, no período compreendido entre 02 de janeiro de 2021 a 31 de dezembro de 2021.

Na ocasião, o tribunal aplicou multa a Gilson Bento (R$ 5.081,56), Franciely Maria de Lucena (R$ 5.081,56), Maria de Lourdes Nunes Leite (R$ 5.081,56) e à ex-prefeita Tania Maria dos Santos (R$ 6.000,00). As irregularidades identificadas são referentes aos anos de 2019, 2020 e 2021. Com a decisão do Pleno, todas as multas estão mantidas conforme acórdãos da Segunda Câmara.

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Flávio Marques comemora vitória no TSE: “A justiça foi feita”

Falando em primeira mão ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (12), o pré-candidato a prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), comentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o liberou para disputar as eleições 2024.

O TSE, através do Ministro André Ramos Tavares, deu provimento aos recursos especiais interpostos por Sebastião Dias Filho e Flávio Ferreira Marques, na tarde desta terça-feira (11), anulando a inelegibilidade de oito anos imposta anteriormente pelo juízo de Tabira e mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Flávio disse que a verdade foi restabelecida com a decisão do TSE, derrubando o discurso governista que vinha lhe tachando de ficha suja. Ele também fez menção à memória de Sebastião Dias.

“A gente aguardava essa decisão com grande expectativa. Desde o início do processo eu sempre acreditei que a justiça seria feita, porque era uma injustiça que a gente estava atravessando e graças a Deus obtivemos êxito no TSE. Agradeço a todos os tabirenses, agradeço também, sei que não está aqui fisicamente, mas Sebastião, acredito que de onde estiver está feliz, vendo essa vitória, que também é uma vitória dele”, afirmou Flávio.

A partir de agora ela vai focar na pré-campanha e na preparação das convenções marcadas para o mês de julho. Sobre a escolha do vice para a composição de chapa, disse que se for da vontade do grupo, o nome será anunciado ainda neste mês de junho.

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TCE recomenda a aprovação das contas de Gilson Bento

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Brejinho, referente ao exercício financeiro de 2022, sob a gestão do prefeito Gilson Bento.

Ao analisar a prestação de contas na sessão da ultima quinta-feira (06), o tribunal emitiu parecer prévio recomendando a aprovação com ressalvas das contas do gestor, conforme decisão divulgada no Diário Oficial desta quarta-feira (12).

Embora a recomendação seja pela aprovação, foram apontadas algumas ressalvas: extrapolação da Despesa Total com Pessoal – DTP, descumprimento do limite de 50% dos recursos da complementação – VAAT em educação infantil, descumprimento do limite mínimo de 15% dos recursos da complementação – VAAT em despesas de capital e abertura de créditos adicionais sem a existência de fonte de recursos.

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Ao lado de Raquel, Duque entrega ônibus escolar para Serra Talhada, São José do Belmonte e Pesqueira

Da Assessoria

Junto à governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Luciano Duque fez a entrega de ônibus escolares para Serra Talhada, São José do Belmonte e Pesqueira, na tarde desta segunda-feira (10), no Senac Caruaru.

A ação faz parte do programa Juntos Pela Educação, do Governo do Estado, que contemplou cada um dos municípios de Pernambuco com um veículo.

“Ano passado, foram entregues 181 ônibus e agora mais 184. Demonstra o compromisso do Governo do Estado em melhorar o acesso à educação, principalmente, das crianças e jovens da zona rural, que tem dificuldade de chegar à escola”, disse Duque.

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TCE recomenda aprovação das contas de 2021 de Alessandro Palmeira

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco esteve reunida nesta quinta (6) onde na oportunidade julgou a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, relativa ao exercício financeiro de 2021, do atual prefeito Sandrinho Palmeira.

No julgamento, a Segunda Câmara, à unanimidade, julgou regulares com ressalvas as referidas contas do atual gestor, recomendando à Câmara Municipal de Vereadores a aprovação com ressalvas. A informação é do Afogados Online. 

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Marquinhos Melo se despede da Secretaria de Administração em Iguaracy

Nesta quinta-feira (06), Marquinhos Melo anunciou afastamento da Secretaria Municipal de Administração de Iguaracy após sete anos no cargo. Ele deixa a secretaria para disputar as eleições de outubro como pré-candidato a vice-prefeito na chapa governista liderada por Dr Pedro Alves.

Nas redes sociais, Marquinhos agradeceu ao prefeito Zeinha Torres pela confiança. “Após mais de sete anos à frente da Secretaria de Administração do município de Iguaracy, sinto-me profundamente honrado e agradecido pela confiança depositada em mim para servir à nossa população. Durante este período, pude testemunhar de perto o compromisso incansável do prefeito Zeinha Torres, com o progresso e o bem-estar de nosso querido município, sob sua liderança, alcançamos conquistas significativas e avanços que impactaram positivamente a vida de nossos cidadãos”, escreveu Marquinhos.

Ele disse ter acumulado experiência para encarar novos desafios no município e agradeceu à equipe da secretaria. “Durante minha jornada à frente da Secretaria de Administração, adquiri experiência e conhecimento, e estou confiante de que as experiências vividas me capacitaram para enfrentar os desafios vindouros com determinação, resiliência e sabedoria. Trabalhar ao lado de uma equipe dedicada e comprometida foi uma experiência enriquecedora, da qual guardarei lembranças e aprendizados para toda a vida. Ao encerrar este ciclo, desejo reiterar meu compromisso contínuo com o progresso de nossa cidade, seja qual for o caminho que o destino me reserve. Mais uma vez, agradeço imensamente pela confiança, apoio e oportunidade que me foram concedidos. Que possamos continuar a construir juntos um futuro promissor para Iguaracy”, completou.

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TCE aprova contas da Câmara de Vereadores de Quixaba

Na sessão desta quinta-feira (06), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou regulares com ressalvas as contas da Câmara de Vereadores de Quixaba, no Sertão do Pajeú.

A prestação de contas é referente ao exercício financeiro de 2021, sob a responsabilidade do presidente Neudiran Rodrigues de Medeiros.

Além de Neudiran Rodrigues, era interessada no processo, Cynthia Dallanna Alves da Fonseca Nunes. A relatoria foi do conselheiro substituto Marcos Nóbrega.

 

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TCE-PE julga legais nomeações feitas por Sebastião Dias em 2020

Nesta terça-feira (4), a Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou a legalidade das nomeações de 24 Agentes de Combate às Endemias realizadas pela Prefeitura Municipal de Tabira, referentes ao concurso público regido pelo Edital nº 001/2016. A decisão foi anunciada durante a sessão ordinária, tendo como relator o conselheiro substituto Adriano Cisneiros.

O processo de número 23267239, que trata da admissão de pessoal pela Prefeitura de Tabira no exercício financeiro de 2020, foi analisado pela Primeira Câmara do TCE-PE. O ex-prefeito Sebastião Dias Filho, já falecido, foi o interessado principal no processo, que envolveu a nomeação dos servidores aprovados no concurso.

A Primeira Câmara, por unanimidade, julgou legais as nomeações dos agentes, concedendo o registro dos respectivos atos dos servidores listados nos Anexos I, II e III do processo. Essa decisão garante a conformidade das admissões com as exigências legais e regulatórias vigentes.

Com a legalidade das nomeações confirmada, os agentes de combate às endemias podem exercer suas funções com a segurança jurídica necessária. Esse grupo desempenha um papel crucial na saúde pública, especialmente no controle de doenças transmitidas por vetores, como dengue, zika e chikungunya. A informação é de André Luis para o Blog Nill Júnior. 

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Duque denuncia perseguição de Marília na tribuna da Alepe

O deputado estadual Luciano Duque usou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (03) para denunciar a perseguição da presidente estadual do Solidariedade, Marília Arraes.

Em um discurso longo, Duque disse que Marília armou uma cilada para lhe negar a legenda em Serra Talhada. Ele tachou a ex-deputada de ingrata, cínica e traiçoeira.

Leia o discurso de Luciano Duque na ALEPE:

Peço licença para subir à tribuna desta casa e tratar de um assunto que é muito caro para mim e que tem movimentado a imprensa e o meio político do estado nos últimos dias, que é a minha pré-candidatura à Prefeitura da minha terra, Serra Talhada.

Escolhi me pronunciar sobre esse tema que é muito específico, mas que diz respeito a minha história, ao livre exercício da democracia e a vontade do povo.

É de conhecimento de muitos que o povo da minha terra tem reiteradas vezes solicitado que eu volte a disputar a eleição municipal. Na esperança de que possa fazer ainda mais do que já fiz nas oportunidades conferidas anteriormente de forma soberana pelo povo.

Por isso, no dia 24 de maio, anunciei a minha pré-candidatura à Prefeitura de Serra Talhada. E ainda durante a coletiva, enquanto conversava com a imprensa, Marília dava entrevista em uma rádio informando que não me daria o direito de disputar a eleição pelo Solidariedade, partido ao qual me filiei, deixando uma bonita e longa trajetória no PT, para seguir e apoiar o seu projeto ao Governo do Estado.

Neste fim de semana, ao lado daqueles que a rejeitaram, humilharam e caluniaram, Marília declarou apoio à reeleição da atual prefeita. Retirando não só o meu direito de disputar a eleição pela prefeitura da minha terra, mas a esperança de milhares de serra-talhadenses, que por onde ando pedem meu retorno para que possamos continuar o trabalho que começamos lá atrás e que sempre, sempre, privilegiou o povo.

Assim como muitos pernambucanos, estou tentado entender o motivo pelo qual Marília me negou à mão na única vez que pedi. Eu que sempre estive com ela, quando muito viraram as costas.

Toda a votação obtida por Marília em Serra Talhada até hoje foi fruto do meu apoio. Foi assim para deputada federal em 2018, quando obteve 11.303 votos, e para governadora em 2022, quando recebeu 16.093 votos no primeiro turno e 21.136 no segundo turno. E nos dois turnos, ela teve como maior opositora quem hoje senta ao seu lado e a quem ela tece elogios.

A ex-deputada alega que me nega o direito pelo fato de estarmos alinhados ao Governo Estadual em algumas pautas votadas nessa Casa. Mas nós deveríamos, então, votar contra aquilo que acreditamos ser o melhor para Pernambuco para simplesmente fazer oposição? Não fui eleito para isso, represento o interesse do povo pernambucano e não vou passar por cima deste compromisso e responsabilidade.

Mas esse não pode ser o real motivo, já que quem está ao lado de Marília atualmente fez campanha e caminha de mãos dadas com a atual gestão estadual.

Um comentário que li em uma rede social hoje explica precisamente o que a fez agir assim. A internauta diz o seguinte: Marília sendo Marília. Ou seja, abandonando seus aliados.

Isso já é histórico e tem feito novamente algumas vítimas. A exemplo da liderança Manuella Mattos, pré-candidata à prefeitura de Itambé, petista, discordou do partido em 2022 e decidiu seguir com Marília Arraes ao Governo de Pernambuco. Este ano, o PT decidiu expulsá-la justamente pelo apoio dado a Marília lá atrás. Sem legenda, esperava-se uma ação de Marília a Manoela, o que não aconteceu. Ela terminou se filiando ao PDT. Outra vítima foi a vereadora Fany Bernal da cidade de Garanhuns também escanteada por Marília. É o famoso, “quem te conhece, que te compre”. Pois é, parece que eu não conhecia.

Tenho uma longa e respeitada história na política. Fui candidato a prefeito pela primeira vez em 1988, uma experiência que me engrandeceu enquanto político, liderado por Miguel Arraes e, enquanto ser humano, que aprendeu que para ser um vencedor é preciso saber conviver com as dificuldades e compreender que tudo vem no tempo certo, determinado por Deus.

Em 2004, tive a honra de exercer o cargo de vice-prefeito por dois mandatos, ganhando credibilidade e a confiança do meu povo.

Em 2011, fui escolhido para representar o nosso grupo e disputar, mais uma vez, uma eleição na condição de candidato a prefeito. Dormi candidato por um partido e acordei com a notícia de que as forças mais poderosas da política de Pernambuco se juntaram para tomar toda e qualquer legenda que pudesse nos acolher, impedindo que pudéssemos disputar o pleito e governar a nossa terra.

Por pouco não conseguiram!

Foi quando recorremos, eu e todo o grupo político que me acompanhava, ao Partido dos Trabalhadores, a quem sou muito grato. Foi pelas mãos dos inesquecíveis deputados Manoel Santos e Pedro Eugênio, a quem rendo as minhas eternas homenagens, que cheguei ao PT em 2011, para ser eleito prefeito de Serra Talhada em 2012 e reeleito em 2016.

Mas, para cumprir essa missão que me foi dada, por Deus e pelos serra-talhadenses, enfrentei muitas adversidades, incluindo tentativas antidemocráticas e autoritárias que, por vezes, se fazendo valer da arbitrariedade e do abuso de poder, quiseram me impedir de seguir o nosso caminho.

Como é natural no Partido dos Trabalhadores, tivemos muitos debates calorosos, mas sempre mantendo o respeito e o companheirismo. Sempre preservando a construção partidária.

Em 2017, abraçamos e lançamos um projeto ousado que contagiou a maioria do PT e agitou Pernambuco, quando apresentamos a pré-candidatura de Marília Arraes a governadora do estado, em um grande ato em Serra Talhada.

A partir do empenho do grupo, Marília cresceu e chegou próxima às eleições com condições reais de vencer a disputa. Mas, o partido optou por uma intervenção que foi de encontro a vontade da maioria da militância, e Marília teve o seu direito tolhido e o partido marchou em outra direção.

Naquela ocasião, nos rebelamos em solidariedade a Marília e contrariamos a cúpula partidária em relação a eleição para governador. Mas mantendo o nosso compromisso com o partido e ajudando na eleição para o Senado e para a Câmara Federal.

Trabalhamos dia e noite e fizemos de Marília Arraes a segunda deputada federal mais votada na eleição de 2018, com quase 200 mil votos. Uma grande vitória que mexeu com o cenário político pernambucano.

Em 2020, ano que encerrava o meu segundo mandato e no meio de uma disputa na minha terra para fazermos a sucessão municipal, ainda criamos as condições para ajudar a campanha de Marília. Sobretudo no segundo turno, quando entramos de corpo e alma em busca da vitória e de fazê-la prefeita do Recife.

A partir de 2021, já sem mandato, segui minha caminhada e fui me preparar para disputar a eleição para deputado estadual, em busca da cadeira que ocupo hoje nessa casa.

Firme no PT, estava com uma pré-campanha estabilizada, relativamente tranquila e confiante que teria uma eleição exitosa, considerando os apoios que tínhamos de militantes do partido, de movimentos sociais e pela própria construção da chapa, que, junto com os demais partidos da federação, viabilizou uma grande bancada nesta casa.

Quando tudo parecia encaminhado e resolvido, a então deputada Marília Arraes rompe com o PT, filiando-se ao Solidariedade e se lança candidata a governadora.

Mesmo querendo, mais uma vez, votar em Marília e me dedicar ao seu projeto, deixar o partido que me acolheu quando eu precisei não estava nos planos.

Todavia, no último dia de filiação a deputada Marília Arraes acampou em Serra Talhada, bateu na porta da minha casa, e junto com outras pessoas próximas a mim, me convenceu de embarcar na sua campanha. Não sendo obstáculo para mim subir no mesmo palanque, junto com adversários históricos por compreender que a chapa majoritária era importante para o projeto político.

Com o coração partido deixei o PT, perdi apoios importantes e simbólicos, desorganizei uma campanha já estruturada, mas segui comprometido com Marília e fui, junto com ela, para o Solidariedade, onde estou líder da nossa bancada aqui na ALEPE.

Acontece que na política a gente vive glórias, alegrias e, infelizmente, decepções e traições.

Iniciei meu pronunciamento falando da vontade do povo da minha terra para que eu voltasse a disputar uma eleição para prefeito e pudesse, se assim fosse da vontade de Deus e da maioria da população, governar Serra Talhada mais uma vez.

No entanto, passado o prazo de filiação e após ouvir de Marília, que tem o comando do Solidariedade em Pernambuco, que ficasse tranquilo que discutiríamos a minha candidatura após o período mais conturbado de filiações e organização partidária para novatos, fui surpreendido com mais um golpe vindo de alguém em quem sempre confiei, e que agora me impede de atender ao chamado do meu povo e colocar, mais uma vez, meu nome à disposição dos serra-talhadenses.

Marília me fez acreditar nela novamente, e por esse motivo, rejeitei vários convites para me filiar em outras legendas, mesmo correndo o risco de perder o mandato de deputado estadual que me foi conferido por 61.411 pernambucanos de mais de 150 municípios. Marília agiu comigo pior do que fizeram em 2011, e do que ela mesmo foi vítima em 2018. 

Nas duas ocasiões que cito acima havia tempo para mudar de partido, o que não ocorre na situação que vivencio hoje.

Lamento profundamente que Marília aja com quem sempre lhe estendeu a mão de maneira tão cínica e traiçoeira. Dela eu esperava lealdade, respeito e grandeza. Mesmo que me negasse a legenda, mas não me enganasse e me prendesse no seu cartório, me impedindo de exercer um direito democrático e legítimo.

Deus sabe de todas as coisas e sabe o que há no coração de cada um dos seus filhos. Não guardarei mágoas e nem alimentarei sentimentos mesquinhos que envergonham a política e as pessoas de boa fé. A Marília eu só dei apoio. De Marília eu recebi uma punhalada que vai demorar a cicatrizar.

Se não bastasse o que fez, ainda escalou pessoas sem credibilidade e sem nenhuma construção política para atacar a minha honra e a minha história. Isso gerou uma enorme indignação perante o povo de Serra Talhada, que me conhece, sabe da minha luta, do meu legado e de tudo que fiz para elevar o nome de Marília Arraes desde 2017.

O povo da minha terra me julgou nas urnas e, nas urnas, me credenciou como o deputado mais votado da história do nosso município, com 21.389 votos.

De costas para o povo de Serra Talhada, Marília preferiu se render a acordos escusos e se abraçar com quem a rejeitou, humilhou e caluniou, fatos amplamente divulgados pela imprensa.

Mas, como tudo é da vontade de Deus, que assim seja. Apresentaremos ao povo de Serra Talhada alguém com a nossa paixão, com o nosso amor, com a nossa determinação; apresentaremos alguém com a coragem e a credibilidade necessária para devolver a esperança ao nosso povo; para recuperar a autoestima de cada cidadão; para soerguer a economia; para cuidar de verdade de toda a cidade; para olhar para os mais humildes.

Quem acha que vai nos parar, se engana. A nossa aliança é com cada pessoa que espera em nós a força capaz de mudar a dura realidade que abate a nossa gente; a nossa aliança é com quem clama por saúde, por educação, por emprego, por desenvolvimento, por futuro. A nossa aliança é com quem não se entrega diante das dificuldades e não vende a sua dignidade. A nossa aliança é com o povo altivo de Serra Talhada, que mais uma vez vai dar um grito de liberdade e refutar aqueles que só enxergam o poder pelo poder.

Serra Talhada, conte sempre comigo. Um novo amanhã irá florescer!

 

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Após farra em Serra Talhada, Marília não aparece em evento do SD em São José do Egito

Após uma noitada regada a música e muita bebida em Serra Talhada no sábado (1°), a ex-deputada federal Marília Arraes não compareceu ao evento do partido dela, o Solidariedade, em São José do Egito, no Alto Pajeú.

O evento estava marcado para acontecer a partir do meio dia deste domingo (02). Na ocasião, Marília iria reforçar o apoio do partido à  pré-candidatura a prefeito de Romério Guimarães (SD), mas ela não deu as caras na cidade e Romério foi obrigado a cancelar o ato encima da hora, frustrando a militância de Romério, Túlio Carvalho (Brejinho) e Danilo Augusto (Tuparetama).

Segundo informações repassadas ao blog, a ex-deputada alegou que estaria com o carro quebrado, não sendo possível ir a São José. No entanto, ela foi para Ibimirim prestigiar um evento de outro partido, o União Brasil. Ela mesma registrou a agenda nas redes sociais.

Além de dar um cano em Romério Guimarães, Marília também furou com a Rádio Gazeta FM, onde concederia entrevista exclusiva ao blogueiro Marcelo Patriota.

Imagens amplamente divulgadas nas redes sociais no final de semana mostram a ex-deputada para lá de alegre numa festança com os novos aliados em Serra.

Será que o carro quebrou mesmo ou foi uma ressaca brava?

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O histórico de Marília Arraes de abandonar aliados

Da coluna do Blog do Silvinho 

A vice-presidente nacional do Solidariedade, Marília Arraes, voltou a cena política neste final de semana depois de passar um certo período fora da imprensa. E voltou da pior maneira possível que até o momento não conseguiu explicar e quanto mais tenta, mais se complica: a negativa da legenda do Solidariedade para o deputado estadual Luciano Duque concorrer a Prefeitura de Serra Talhada.

Durante a entrevista foi complicado até para Marília explicar os motivos que levaram a prefeita Márcia Conrado a apoiar Danilo Cabral em 2022 e não ela. Márcia disse que não havia apoiado Marília porque já tinha um compromisso firmado por Duque com o PSB. No entanto, ao ser indagada qual fato levou a prefeita a não a apoiar no segundo turno e ter optado por Raquel Lyra ficou apenas no “águas passadas”.

Ou seja, o apoio dado por Marília a Márcia em Serra Talhada no último sábado nada tem a ver com o trabalho, ou com o que vem se fazendo na cidade. Mas sim, foi movido pelos sentimentos que sempre dominam Marília Arraes e que vai afastando dela diversos apoios desde a eleição de 2018 quando se elegeu pela primeira vez deputada federal.

Luciano Duque provou neste final de semana de algo que já se tinham falado antigamente: o abandono de Marília aos aliados. Isso já é tão histórico e tem feito novamente algumas vítimas, embora a mais famosa tenha sido Luciano Duque.

Manoela Mattos da cidade de Itambé, petista histórica juntamente com o seu pai, discordou do partido em 2022 e decidiu seguir com Marília Arraes ao Governo de Pernambuco. Este ano, o PT decidiu expulsá-la justamente pelo apoio dado a Marília lá atrás. Sem legenda, esperava-se uma ação de Marília a Manoela que não aconteceu. Ela terminou se filiando ao PDT por onde vai disputar a Prefeitura com o apoio da senadora Teresa Leitão.

Quem também sofreu o mesmo escanteio de Marília foi a vereadora Fany Bernal da cidade de Garanhuns. Isso para ficar apenas nestes três. É o famoso, “quem te conhece, que te compre”.

Sem prestígio nacional

Por falar em Marília, a mesma demonstrou desde 2022 a falta de força política e prestígio nacional. De lá pra cá não conseguiu espaço no governo Lula e nem tampouco conseguiu encontro com o petista. O único, foi justamente articulado pelo prefeito João Campos que hoje é a maior força política de oposição no estado.

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Raquel é atacada em evento de Márcia em Serra Talhada

Se a governadora Raquel Lyra estiver esperando lealdade da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), ela pode quebrar a cara em 2026.

Isso porque todas as movimentações políticas da prefeita mostram que a petista se aproveitará do apoio de Raquel e da estrutura do governo do estado o máximo de tempo que puder antes de romper com a governadora para apoiar o projeto de João Campos, com as bênçãos do PT.

O que não faltam são sinais. A aliança de Márcia com Marília, adversária de Raquel em Pernambuco, não aconteceu por acaso e muito menos pelo amor que existe entre as duas. A aliança é fruto de um acordo feito há alguns meses intermediado por João Campos e pelo PT.

Márcia deve apoiar João para governador, enquanto Marília acredita que terá o apoio da prefeita quando se lançar ao Senado na chapa da Frente Popular.

Mas, diferente de Márcia, que sabe atuar muito bem, Marília é pavio curto e não conseguiu segurar a língua neste sábado (1º), quando foi a Serra Talhada anunciar apoio a Márcia.

Ao lado de Márcia, Marília foi ovacionada ao detonar Raquel Lyra. Os ataques deixaram a prefeita visivelmente desconcertada e com um sorriso amarelo, mas nada capaz de fazê-la defender Raquel. Pelo contrário, ela mal tocou no nome da governadora no evento. Na ocasião, foi dito que o governo de Raquel é muito ruim e que os aliados dela deveriam “migrar para a oposição”.

Se Raquel não abrir o olho, vai pavimentar a estrada para João poder andar confortavelmente por Serra em 2026.

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Marília é detonada em Serra Talhada após traição a Duque

Até agora ninguém conseguiu entender a lógica do apoio de Marília Arraes à reeleição da prefeita Márcia Conrado, sua adversária em Serra Talhada. Com compromissos já firmados com outras lideranças, Márcia não tem nada a oferecer a Marília, pelo contrário, dentro do grupo da prefeita, Marília não tem nem votos e nem respeito.

Toda a votação obtida por Marília em Serra Talhada até hoje foi fruto do apoio de Luciano Duque. Foi assim para deputada federal em 2018, quando obteve 11.303 votos, e para governadora em 2022, quando recebeu 16.093 votos no primeiro turno e 21.136 no segundo turno. Nos dois turnos ela teve a prefeita Márcia como grande opositora, mesmo assim conseguiu grande votação em Serra.

Agora, sem Luciano, Marília perde o apoio que tinha na segunda maior cidade do Sertão. E pelo jeito a resposta do povo a Marília veio a galope. Ela está sendo detonada nas redes sociais. Quem votou nela nas últimas eleições a pedido de Duque não engoliu a aliança com Márcia, pelo contrário, tacha de traição. Aliás, as duas [Márcia e Marília] estão sendo chamadas de traidoras.

“Ela faz uma nojeira dessa depois de tudo que o povo da prefeita fez com ela aqui em Serra. Pois meu voto ela não tem nunca mais, nem do meu povo, minha família. Depois de tudo ela tem a cara lisa de vir pra cá abraçar a prefeita, que chamou ela de qualquer uma? Pois ela mostrou que a prefeita tinha mesmo razão, aliás o povo da prefeita tava era certo em esculhambar com ela, porque ela não tem palavra. Aí hoje ela veio pra Serra e se escondeu num clube de rico, se escondeu do povo. Deixa ela vir andar aqui no meio da rua, no mercado, na feira. Quero ver ela ter coragem de vir pro meio do povo dizer que a prefeita é boa depois de tudo”, desabafou um eleitor de Marília pedindo reservas com medo de perseguição.

Abaixo veja a repercussão negativa para Marília Arraes em Serra Talhada. Os comentários foram deixados nas postagens do Farol de Notícias:

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