Raquel Lyra vira ‘saco de pancada’ dos vereadores de Márcia na CMST


Do Farol de Notícias

Agora tudo mudou. Dois dias após o encontro entre a prefeita Márcia Conrado (PT) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), a bancada de vereadores do governo, na Câmara Municipal de Serra Talhada, aumentou o tom das críticas contra a governadora Raquel Lyra (PSD), que virou ‘persona non grata’ no parlamento.

Quem puxou o mote foi o próprio líder do governo Márcia, Gin Oliveira, que criticou o aumento da violência contra as mulheres no estado. Segundo ele, toda a culpa é da governadora, e exigiu resultados. Na opinião de Oliveira, Raquel Lyra só governa para um grupo pequeno de pessoas.

“O governo do estado está com os cofres esbarrotados de dinheiro, dinheiro não falta, tem dinheiro praticamente para tudo. A gente tem percebido nos últimos dias as movimentações políticas e a gente tem visto que tem saído todo tipo de acordo menos segurança para as mulheres, pelo menos um plano de governo que venha diminuir o número de feminicídio. Diminuiu é certo, o número de homicídios no estado de 2024 para 2025, acho que 17,6%, mas o que chama atenção é o número de feminicídio, que aumentou em 100% no estado de Pernambuco. O período de estágio da governadora, acredito que já passou e esta na hora de fazer gestão pública voltada para diminuir o número de feminicídio”, reforçou o aliado de Márcia Conrado.

MÃE DA PREFEITA

Mas não foi apenas Gin Oliveira que sapecou críticas. A vereadora Alice Conrado, mãe da prefeita, também criticou Raquel, tendo como mote a situação de tráfego da rodovia que liga Serra Talhada ao distrito de Bernardo Vieira. “Raquel não tem respeito por ninguém, não tem compromisso”, cravou Conrado

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