Aposentadorias, Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm peso decisivo na economia das cidades fora das regiões metropolitanas, aponta estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da FEA-USP. Nesses municípios, cerca de 4 mil dos 5.569 do país, a participação das transferências públicas chega ao dobro da observada nos grandes centros.
Os pesquisadores simularam um cenário sem ganhos reais nos benefícios e calcularam que a renda agregada do interior ficaria entre 6,8% e 10,8% menor. Em Pernambuco, Amazonas e Sergipe, a perda seria de cerca de 15%.
Segundo o estudo, a falta de aumentos reais entre 2022 e 2025 teria levado cerca de 2,7 milhões de moradores do interior à pobreza.
Com informações da Folha de Pernambuco. Leia a matéria completa.
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