A Biofábrica de Corais, startup de biotecnologia marinha sediada em Ipojuca, cultiva fragmentos de corais em berçários biodegradáveis produzidos em impressoras 3D e depois os devolve aos recifes. Segundo relatório da empresa, 84% dos corais monitorados em Porto de Galinhas sofreram branqueamento entre 2023 e 2024, efeito do aquecimento do mar.
Desde 2022, mais de 17 mil corais cultivados pelo projeto voltaram ao mar em Pernambuco e Alagoas, 10 mil deles somente em 2025. Há 8 mil mudas em cultivo em Porto de Galinhas e 2,5 mil em Tamandaré. Em setembro, a iniciativa recebeu reconhecimento da Unesco.
Parte do trabalho conta com turistas, que ajudam a fixar os fragmentos nos berçários.
Com informações da Folha de Pernambuco. Leia a matéria completa.
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